౨ৎ

“vejo-te em seda e nácar, e tão de orvalho trêmula, que penso ver, efêmera, toda a beleza em lágrimas por ser bela e ser frágil.

meus olhos te ofereço: espelho para a face que terás, no meu verso, quando, depois que passes, jamais ninguém te esqueça.

então, de seda e nácar, toda de orvalho trêmula, serás eterna. e efêmero o rosto meu, nas lágrimas do teu orvalho... e frágil.”

౨ৎ

aug 20 2020 ∞
oct 17 2021 +