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    • eu estava na minha antiga casa, no quintal dela, e eu era muito pequena, eu devia ter tipo uns 6 a 7 anos de idade. antigamente la tinha um pé de maracujá, e as flores sempre atraiam muitos insetos, principalmente aqueles besouros enormes que a gente chama de mangangá. eu estava andando por lá, tbm estava minha mãe e irmã, só que mais afastadas de mim. do nada aparece uma abelha gigante, não era um mangangá pq ela nao era preta, era uma abelha mesmo, só que do tamanho de um cachorro salsicha, e ela tinha meio que um rosto, com olhos boca e um sorriso malicioso. e ela começou a me perseguir voando e fazendo biquinho como se quisesse me beijar, e eu corri pelo quintal fugindo dela. minha mae e irma nem me ajudaram, só ficaram rindo de longe. e é isso que eu me lembro.

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    • nesse sonho eu também era muito pequena, entre uns 8 a 10 anos de idade. e eu estava no meu quarto na minha antiga casa e eu fui olhar debaixo da minha cama, tinha um índio lá em baixo, com uma cara de medo misturado com raiva. eu tentei gritar mas não consegui. acordei.

➥ 2018

24/11

    • estava eu e mais três amigos, só que eles não eram amigos da vida real, eram pessoas aleatórias das quais eu nao me lembro agora. estávamos numa festa num estacionamento acho, e tinha mais umas 100 pessoas dançando e conversando lá também. era escuro mas tinha aqueles lustres coloridos iluminando um pouco. numa hora, eu não me lembro porquê, todo mundo começou a se digirir à um lugar do estacionamento como se fosse um elevador pra subir, mas era um corredor eu acho. corta a cena e todas essas pessoas inclusive eu e meus amigos estamos dentro duma sala escura, a sala do segundor andar na casa da minha avó paterna. as cadeiras em que estávamos sentados eram como as carteiras de escola, aquelas azuis. e a isabela rabelo, minha amiga na vida real, também estava lá sentada na fileira de trás. tinha um dos meus amigos, que estavam comigo na festa, sentado do meu lado esquerdo, e outro estava sentado umas 3 fileiras à frente. meu professor, zé elias, tava lá na frente de todos, como se fosse um palestrante ou dando aula mesmo, mas ele na verdade estava explicando algo, eu não escutava. de alguma forma, fiquei sabendo que ele estava explicando a rota de uma rota mal assombrada, que a gente estava na fila para ir. eu olhei pra trás e a isabela me disse que estava com medo. corta a cena. estamos na mesma sala, mas agora sem as carteiras e algumas das pessoas desapareceram. eu estava esperando para ir no túnel. lembro que a entrada pro túnel era o quarto da minha avó, vc abria a porta e dava no quarto mesmo só que bem escuro, ao lado direito estava a entrada pro túnel, ao lado esquerdo estava a cama, a mosqueteira, e um mini corredor do lado da cama que dava no banheiro da suíte. do nada o uriel, do terceiro ano de tel, apareceu lá com uma toalha no ombro, abriu a porta do quarto e entrou no banheiro. fiquei um tempo na beira da porta, e quando o uriel saiu eu fui indo em direção ao banheiro, a gente cruzou o caminho e eu entrei no banheiro. la dentro do banheiro, era como um banheiro de ônibus, mas do lado esquerdo da parede tinha algumas telas que mostravam as pessoas dentro do túnel. e chegou minha vez de ir no túnel. acordei.

24/11

    • lembro-me pouco desse sonho. eu estava na área da frente de uma casa qualquer numa fazenda. só me lembro que la estava a hyasmin lillian, o luiz e mais algumas pessoas que também foram pro enet. a hyasmin disse que tinha algo pra me contar, e falou no meio de todo mundo, disse que ela falou pra uma garota, eu nao me lembro quem, que eu a namoraria. e eu fiquei muito chateada com a hyasmin e fiquei pensando em como desmentiria isso pra garota. essa garota quando eu pensava nela, eu pensava no rosto da diana, mas diana nao era o nome que a hyasmin falou, era um nome tipo 'lua', algo assim. corta totalmente a cena. estou num casebre, no meio de um bosque, esse casebre é meio macabro, pertencia à uma bruxa. eu lembro que fiquei lá com a minha irmã, gisele, esperando a bruxa, e eu sabia mas não sabia quem era a bruxa. eu a conhecia mas nao me lembrava do rosto dela. a primeira cena que eu me lembro no casebre, era assim: parecia uma parte da área da frente da casa da minha avó, a parte onde tem uns cactos e tem uma torneira onde o meu avô tomava banho. nao tinha plantas nem a torneira, havia um espelho na parede e no chão havia um pentagrama, e em cada ponta da estrela havia uma bolinha com uma cor pintada no chão com giz de quadro. cada bolinha tinha uma cor diferente, como verde água, rosa, rosa claro, azul eu acho. eu coloquei a ponta do meu pé em cima dessa bolinha e senti minha pele mudando para a cor da bolinha, tipo, eu toquei na bolinha rosa e minha pele ficava rosa. eu olhava no espelho e confirmava, eu realmente ficava verde se eu encostasse a ponta do meu pé na bolinha verde. essa é a cena mais nítida da qual eu me lembro. o resto são cenas vagas como: minha tia voltando pra casa, foi ai que descobri que ela era a bruxa, ela nos deu alguns avisos sobre o que podíamos fazer e o que não podíamos. me lembro de ter caçado três ratos, espetei eles num espeto. eu caçei esses ratos porque o nicolas deretti, um amigo/colega meu que também foi pro enet, tinha feito algo de errado e tinha desaparecido, mas quando voltei pro casebre, ele estava lá deitado debaixo de onde parecia ser uma lareira, quietinho comendo algo, ele não tinha feito nada de errado. lembro duma cena onde eu estava na cozinha da casa da minha avó, perguntando pro nicolas se ele era um succubus, porquê ele era estranho mas de certa forma atraente, nao estranho na aparência, mas no jeito de ser, meio misterioso, e eu vi ele comendo algo, e sua boca estava cheia de sangue. quando eu perguntei isso à ele, ele respondeu que não, entao eu perguntei "então o que tem de errado com você?", me lembro de pensar que eu soei meio insensível, e soei mesmo. ele disse que não queria falar sobre isso. haviam outras criaturas naquele casebre mas não me lembro delas. me lembro de outra cena, onde estávamos no topo de um morro, e tinha uma vista onde dava pra ver um morrinho mais em baixo, e uns 4 ou 3 cavalos pastando, dava pra ver o céu bem azul e algumas nuvens. além do nicolas, lá estava o douglas, que também foi pro enet, e mais algumas pessoas. o douglas me disse que estávamos em quevron (era p ser chevron eu acho). uma cidade em Goiás (que na vdd nem existe). e são só essas as cenas que eu me lembro.

26/11

    • eu estava no if, naquela parte em frente a biblioteca, era domingo ou sabado pois o if estava muito vazio e com uma cara de preguiça. alguns amigos meus estavam sentados escorados nas pilastras ou nas escadinhas la. eu comecei a dançar pra eles de um jeito meio... diferente. a juliana arantes, o vinicius e mais um povo de tel 3, nao me lembro se a bruna tbm estava, estavam la tbm mas numa parte mais perto do corredor que segue pras 500s. a juliana se levantou e começou a me imitar dançando, de um jeito mais cômico caçoando de mim. eu fingi que nao liguei e me sentei ao lado da carol. acordei.

➥ 2019

15/01

    • sonhei que tinha acabado de acordar. eu estava na casa da minha avó na cama da sala, acordei e o wolfgang saiu do quarto e foi pro quarto vovô. mas acontece que eu nao tinha acordado eu estava dormindo, entao eu acordei de novo, e conferi meu celular, tinha algumas mensagens de aniversario no meu celular sendo q nem era meu aniversario, pensei que talvez as pessoas tivessem se confundido com o aniversario do hyungwon eu nao sei?, ate a isadora tinha me mandado um texto fazendo palhacada com algumas imagens do wonho, tava estranho. entao ai sim eu acordei de verdade, me sentindo extremamente pesada e com dor de cabeça.

17/01

    • eu sonhei com o 3 e com a t. não me lembro muito bem da parte com o 3, mas só sei que ele tava muito fofo, agindo do jeitinho aquariano bobo, simplesmente adorável. acho que a gente tava jogando, eu lembro da presença de duas pessoas que eu conhecia, mas agora não me lembro, essas pessoas eram uma dupla e ele e eu éramos outra. acho que a gente tava perdendo, porque ele ficando me encorajando e tentando me dar dicas e eu não prestei muita atenção, só olhava pro sorriso dele... que ódio. a parte com a t foi diferente. eu estava no marechal, e lá estava algumas pessoas conhecidas que eu não me lembro e o 1, meu tio césar também estava lá e ele começou a brincar comigo, ai eu estava seguindo pelo caminho de cimento até o corredor das salas quando uma menina me chama, tinha várias outras meninas perto dela, que eu achei que faziam c.a., inclusive a t, ai essa menina me chamou e me fez algumas perguntas, no momento eu pensei "o que será que ela quer com isso? eu nem a conheço." do nada a t deu um beijo nessa menina, sei lá porque. eu não me senti decepcionada ou algo do tipo, eu só estranhei pq a gente tava no meio de uma conversa. essa garota era muito linda e no começo eu pensei que era uma prima da t mas agora eu sei que não era a prima dela que eu me lembro.

23/01

    • sonhei que estava viajando de avião. tinha duas pessoas do meu lado esquerdo mas eu nao me lembro quem, só sei que eram um homem e um mulher, a mulher estava do meu lado e ela parecia ser uma conhecida minha, talvez era a camila pq eu estava bem confortavel ao lado dela e coloquei meus pés no colo dela, e também, de vez em quando, ela brigava comigo, entao provavelmente era a camila mesmo. o homem também poderia ter sido o carlos pq ele ou a mulher tinha um iPhone que eu estava segurando mas sabia q nao era meu. corta a cena parece que ja tínhamos desembarcado e nao tinha mais sinal do avião. me lembro de estar num lugar no campo, tinha apenas uma casa la perto, era uma paisagem bem seca, tnha um caminho de terra e cercas ao redor, com vacas do lado de dentro das cercas. eu estava olhando pro campo quando vi primeiro um bezerrinho com um cabelo estranho, um topete na cabeça e suas orelhas eram para baixo, grandes e cabeludas, de cor marrom com preto. pensei ser de algum espécie diferente. então vi A Vaca. ela era meio bege, e tinha um corte de cabelo como o do bezerrinho, só que era identifico ao de um poodle! o cabelo da cabeça e das orelhas era cacheadinho! E ELA TAVA USANDO ÓCULOS DE SOL!! eu vi ela e fiquei "meu deus eu nao acredito." e voltei correndo pra buscar o iphone pra tirar uma foto dela. depois disso nao me lembro mais oq aconteceu.

17/02

    • eram duas garotas usando macacacoes daqueles de borracheiros. elas eram engenheiras eu acho e eram as unicas mulheres e engenheiras de um time de umas 5 a 7 pessoas que saiam por ai colentando coisas pelo mundo maluco deles, o resto eram homens tipo super herois. lembro que cada um tinha um tipo de maquina voadora e a delas elas mesmas construiram. eu era um delas, a que não tinha macacão azul, mas nao me lembro da cor do meu macacão. a nossa maquinha era como um avião de papel gigante mas com umas hastes de apoio e tinha 4 bancos dois na frente e doid atrás, mas por algum motivo nós duas nos sentamos atrás, talvez por que era mais espaçoso. a primeira coisa que eu fiz quando subi na máquina foi tirar meus tênis, a outra garota reclamou pois disse que eu ia demorar pra calçar, ai eu falei "mas é mais confortável assim." e ela "ah é, você sempre tira aquela soneca de rotina ne?" ela era a mais responsável entre nós duas. a máquina voava quando você apertava um pedal como um freio de carro, ai ela simplesmente levantava do chão como se fosse muito leve, e tomava voo, as vezes demorava um pouco pra subir também. viajavamos pra muitos lugares em busca de coisas específicas mas não sei o que eram agora, como se cada lugar tivesse um ingrediente pra uma receita muito importante, mas não era bem uma receita, era algo maior, os outros também estavam em busca dessas coisas e no final, juntaríamos tudo o que coletamos e faríamos essa coisa. as vezes saíamos de algum lugar correndo e com medo pois algo nos perseguia, as vezes saíamos mais tranquilas, mas de toda forma era muito divertido. a ultima cena é a unica que eu me lembro. pousamos nossa máquina perto de uma barraca tipo indígena norte-americana, mas feita de vidro eu acho, lá dentro tinha uma barraca menor com botões e ela era duma cor forte tipo azul ou amarelo ou rosa pink, do lado de fora também tinha varias dessas barracas com botões. eu fui a primeira a sair da máquina e dentro da barraca de vidro, além da outra barraca com botões, tinha um bebê enorme sentado no chão mexendo no celular, ele tava com medo da nossa máquina, ai eu conversei com ele pra tentar acalma-lo, quando a minha parceira saiu ele ficou mais assustado ai eu disse "calma, ela é como se fosse a minha irmã." e ele se acalmou. das barracas com botões, tanto quanto a que ficava do lado do bebêzao dentro da barraca de vidro, quanto as que ficavam de fora, saía uma fresta de luz como se la dentro fosse iluminado, de certa forma eu sabia que dentro delas tinha um mundo diferente, meio tecnológico, diferente do mundo em que a gente estava que era meio rústico e tradicional. ai eu acordei.

18/07

    • era uma festa junina no marechal, como se eu tivesse as mesmas amizades que eu tinha no meu nono ano, teve alguns momentos que eu estava perambulando sozinha de grupo em grupo conversando, mas de resto na maioria do tempo eu estava na companhia de duas amigas minhas, a tiffanny e a camila, a questão é que quando eu era amiga da camila eu ja não era tao proxima de tiffanny assim, então eu nunca cheguei a andar com as duas na mesma época, até porque a camila nunca foi muito próxima da tiffanny. mas por algum motivo no sonho elas pareciam se dar muito bem, e eu tbm me dava muito bem com as duas, eu lembro q a gente ficou muito tempo sentada no final do "morrão" q eu e a tiffanny sempre descia correndo. eu estava realmente feliz. até uma parte do sonho que foi extremamente estranha, onde a ester apareceu do nada? e ela nem estudou no marechal eu conheci ela só no ensino medio. ai eu acordei.

27/09

    • eu sonhei que estava num ginásio mas não na quadra ainda, uma parte antes, havia um canto diferente e lá estava o rafael do quarto ano pregando uma placa na parede. eu fiquei uns minutinhos conversando com ele quando chegou uma mulher que depois de um tempo fiquei sabendo que ela era a esposa do marcelo, o treinador. do nada foi chegando mais mobílias pra esse canto e ele se transformou num quarto com tv e sofá, ai foram chegando alguns parentes do marcelo para o que parecia ser uma reunião, e eu estava lá de penetra.

➥ 2020

19/01

    • sonhei que estava num teatro, em uma parte mais ou menos no meio um pouco para a direita, eu me lembro que estava andando com a 00 line do nct dream, talvez eu tenha sonhado com isso pq na mesma noite eu comecei a refletir o pq eu gostava dos membros do nct do jeito q eu gosto e quais realmente fazem o meu tipo. eu sempre considerei o renjun como uma pessoa que eu queria como melhor amigo, porem no sonho era como se eu tivesse tido um encontro com cada um e o pior de tudo é que eu nao estava em um ponto de vista do narrador, eu era eu mesma, e por isso me afetou tanto, foi mt boiola. primeiro foi com o jeno, eu me lembro que ele tinha seu braço na parte de tras da minha cadeira e suas pernas estavam cruzadas, ele tinha um balde de pipoca no seu colo. durante a peça eu comentava algumas coisas com ele e ele sorria pra mim, com aquele sorrisinho dele. foi agradável, mas nada demais. com o jaemin eu me lembro de ja chegar com aquele sentimento que eu sempre tenho com ele: raiva. durante algumas partes do filme ele ficava beijando a minha bochecha e o meu pescoço e eu tava morrendo de vergonha e raiva, vergonha pq eu só queria assistir o filme e a moça do meu lado tava me encarando de vez em quando, raiva pq eu sempre sinto raiva do jeito dele, esse jeito que gosta de seduzir e se diverte com a reação dos outros, e eu estava dando a exata reação que ele queria. foi embaraçoso mas ainda foi bom pq querendo ou nao o otário eh lindo ne fazer o que. agora com o renjun eu nao tenho nem palavras pra descrever o quanto foi intenso e sei la? Perfeito. a gente se sentou normal se toque nenhum no começo, mas mais pro meio ele encostou a cabeça no meu ombro, e eu fiquet mt afetada com isso, fofo demais toma no cuuuu, entao eu encostei a minha cabeça em cima da dele, e eu me lembro da sensação, o pior de tudo é isso, era uma sensação Muito confortavel, eu Sentia de verdade o cabelo dele e dava pra sentir o cheiro, nao era um cheiro especial nem nada, cheiro de cabelo normal sabe? mas ainda era bom de alguma forma. e eu me lembro da sensaçao de calor do cabelo dele na minha bochecha, era tao quentinho, o meu ombro tava quente a minha bochecha tava quente, eu no geral estava quente, como se eu estivesse perto de uma lareira, um quente extremamente confortavel. ele parecia um pouco inseguro pq algumas vezes ele encostava a cabeça depois levantava um pouco e encostava de novo, como se ele estivesse ponderando se ele realmente devia esta iniciando um contato comigo ou não, em uma dessas vezes q ele levantou um pouco a cabeça, de uma forma que ela ainda tava inclinada um pouco na minha direção, eu encostei a minha na dele, cabeça com cabeça, uma apoiando a outra, uma segurando a outra. ainda dava pra sentir o cabelo dele e a mesma sensação de calor confortavel, mas nessa posiçao pareceu muito mais íntimo, essa é a palavra, tava tudo tão íntimo, um íntimo novo mas ainda Muito gostoso, daqueles que dá um friozinho na barriga. eu olhei um pouco pro lado e dava pra ver um pouco do perfil dele, e sei la? era realmente o renjun pqp vai se fuder mt, o narizinho dele, a boca dele fininha, a pele dele, era ele de verdade bicho!!!!!!!!! ai serio. foi a experiencia mais romantica da minha vida, e foi tudo um sonho. eu sou miseravel mesmo puta que pariu. resumindo, o encontro com o renjun ganhou de 10/10 do jaemin e do jeno, pq ele foi intimo na medida certa, nao intimo demais como com o jaemin e nao nem um pouco como com o jeno. foi simplesmente perfeito, serio, eu to???? baitolíssima.

04/03

    • primeiramenteeu não er eu, eu era uma garota de pele clara e cabelos pretos bem lisos cortados retos acima do meu ombro, acho q eu era branca ou asiática. eu não me lembro bem do comecinho só me lembro q por algum motivo minha mãe, que era minha mãe mesmo, tava me levando de carro por uma estrada de chão, por algum motivo eu acreditava ser a chacara baeta, e eu no queria de jeito nenhum ir pra lá, eu tava com muito medo. eu tinha uma memória de ter ido acampar com o meu pai nessa chacara baeta, que na verdade não era nada como uma chacara, essa memoria que eu tinha na verdade foi um outro sonho q eu tive a um tempo atras, nesse acampamento estavamos eu, meu pai, meu vizinho, que é muito amigo do meu pai, e a minha irma, resumidamente, nesse outro sonho o lugar do acampamento era uma floresta, extremamente densa, eu lembro que a gente tinha chegado no finalzinho do dia e quando a gente terminou de montar as barracas já havia escurecido, ai a gente saiu pra procurar lenha pra acender uma fogueira e acabamos descobrindo uma tribo de canibais, conseguimos fugir por pouco, mas nao me lembro bem se nesse sonho meu pai conseguiu se salvar ou nao. enfim, quando minha mae parou era um local aberto que lembrava um pasto, mas com o capim alto como se tivesse abandonado a muito tempo, tinha tambem uma mini trilha que dava numa entrada de um bosque com arvores grande e grossas com raízes que se espalhavam pelo chão. eu lembro de estar muito relutante em entrar, mas minha mae me assegurou que eu deveria atravessar e que ela me encontraria do outro lado, entao eu entrei. andando por alguns minutos la dentro eu levei um susto quando encontrei um cadaver humano, coberto de murgo ate o rosto, parecia a te fiti, so que com certeza nao era uma deusa e sim um cadaver de um homem. eu sai correndo e ai virei um esquina de uma arvore e encontrei uma vaca malhada morta pendurada nas arvores, corri mais e dessa vez vi um homem enforcado. agora que eu to parando pra analisar, a energia dessa floresta me lembra muito a energia daquela floresta no japao onde ocorrem muitos suicidios, mas essa minha floresta era mais densa com arvores mais grossas e nao haviam clareiras como na outra, ms essa o mesmo sentimento de algo denso e misterioso, algo que te puxava pra algum lugar, pra morte talvez. eu corri muito, sentia que algo me perseguia, mas eu nao parei pra olhar pra tras pra ver, só sabia que se eu parasse essa coisa me alcançaria, e julgando por onde eu estava e pelos cadaveres que eu encontrei antes nao podia ser coisa boa. corri muito e finalmente achei uma saida, mas foi estranho, por que da floresta extremamente densa fui parar numa avenida no meio da cidade, tinha escurecido e nao havia movimento algum. a avenida se assemelhava bastante com a avenida independencia, so q eu estava num lugar mais alto, na parte antes de virar no tunel, na botafogo, e ao inves da ponte na independencia tinha uma plataforma de eixo, nao parei muito pra analisar ao redor, so corri em direçao a plataforma e entrei, quando eu entrei senti uma sensaçao de alivio, a coisa nao me alcançaria la. a parte de dentro parecia uma platforma normal mas meio acinzentada e no final nao tinha outra entrada e sim alguns bancos, me lembrava um pouco uma estaçao de trem que eu sonhei a um tempo atras. nesses bancos estavam sentadas tres pessoas, mais ou menos da minha idade, uns 18-20, sendo elas um cara alto e negro, com a pele um pouco clara tipo castanha de caju, cabelo curtinha quase careca, um outro cara, asiático e cabelo comprido que dava quase no ombro, identico ao modelo park taemin, e uma garota tambem alta de cabelos brancos ou bem loiros sentada no colo desse cara asiatico. quando eles me viram eles nao estavam surpresos, parecia que ja me conheciam, eu tinha uma leve lembrança de conhecer o cara negro, mas nao me lembrava de onde. eles falaram algumas coisas mas nao me lembro da maioria, so me lembro de uma coisa q a garota disse, que o cara asiatico ja tinha sido minha alma gemea em varias outras vidas, menos nessa. quando ela disse isso, ele que estava olhando pro nada me encarou, como se ele estivesse tentando decifrar a minha reação, tipo "vc se lembra?", mas antes que eu pudesse falar algo, parece que a coisa conseguiu invadir o local onde estavamos, nisso o cara negro pegou a minha mao e fugimos. corriamos por uma avenida e eu nao conseguia prestar atençao em muita coisa, eu so me lembrava de correr mais rapido que o normal mas ainda sim eu era a mais lenta entre eles, por isso o cara negro me puxava pela mao. aconteceram algumas coisas depois disso mas eu nao me lembro, so sei que enquanto fugiamos em algum momento a garota de cabelos brancos se separou da gente e depois o cara o cara negro tambem, sobrando só eu e o asiatico. corremos muito e quando me dei conta estava em um local parecido com a vila militar, com os bloquinhos e calçadas com grama, entramos numa rua que eu sempre entro quando to indo pra capelinha e quero chegar pelo lado de trás, mas ao invés da cerca que tem separando a vila do guanabara, havia um campo gramado enorme, muito comprido. seguimos por esse campo durante um tempo, e eu sentia a coisa se aproximando. não sei bem o que aconteceu mas em algum momento o cara asiático me carregava no colo, acho que era pq eu era muito lenta. mais à frente havia uma casa no meio do gramado, seguimos em direção a ela e entramos. quando entramos eu percebi que a coisa não conseguiria entrar. eu olhei pela porta, nela tinha uma janelinha de vidro onde eu conseguia ver o lado de fora, e finalmente eu vi o que nos perseguia, ou pelo menos a forma que ele tomou naquele momento, estava parado a uns 10 metros da varanda da casa, no meio do gramado a noite, mas apesar da distância e da escuridão eu conseguia ver a forma dele, era um homem adulto, aparentemente mais velho do que nós, usava um chapéu fedora e um terno com gravata borboleta, tudo de cor vinho. não conseguia ver seu rosto, não tinha nenhuma expressão como se ele não tivesse mesmo um rosto. ele estava parado lá, apenas esperando a gente sair da casa, e naquele momento eu me senti como um ratinho encurralado. nisso o cara asiático me chamou e eu segui ele por um corredor cheio de quadros. o dono da casa não era bem uma pessoa física, o jeito dele lembrava a coisa, como se a forma que ele estava não fosse a verdadeira forma dele, eu não sei bem explicar a aparência dele pq eu não me lembro, mas sei que ele se assemelhava a um gênio da lâmpada, sei que ele era fisicamente mais velho, e sei que ele era mais poderoso do que eu e o cara asiático juntos, eu sentia isso. ele tinha um jeito pomposo mas confiável, tipo de um rei que nos tratava com simpatia mas ainda exigia muito respeito. a casa tinha um jeito mágico, mas não tinha nada demais, havia uma sala principal onde ele nos recebeu, um outro corredor que levava a vários quartos e no final um quarto principal, o quarto dele. o cara asiático e eu escolhemos quartos diferentes e enquanto quando eu terminei de arrumar a minhas coisas eu fui pro quarto dele, ele estava terminando de arrumar as dele. sentamos na cama conversando sobre coisas que eu não me lembro, e em algum momento eu acabei adormecendo de um lado da cama, enquanto ele estava deitado de lado no outro lado. nessa hora eu era como uma câmera filmando a cena, o cara asiático me encarava enquanto eu dormia, ele tirou uma mexa de cabelo do meu rosto, eu me mexi um pouco como se fosse acordar e ele assustou, daí eu chamei o nome dele “derek”, ele hesitou um pouco, e depois com delicadeza alcançou a minha mão direita que estava na cama ao lado do meu rosto, ele colocou o seu dedo indicador debaixo da minha mão, como se eu tivesse segurando o seu dedo que nem um bebê segura o dedo de um adulto. ele suspirou pesado e triste. ai eu acordei.

27/06

    • estavamos eu, o winwin e o ten na área do fundo/quintal da minha casa. mas era como fossemos hospedes, eu lembro que eu tentava conversar com eles e me aproximar deles, e eles conversavam de volta comigo, normalmente. eu me lembro q o winwin ficou mais confortavel comigo e eu fiquei mt *-*, mas contida. ai eu me lembro q uma mulher veio trazer cafe da manha pra gente e eu fui perguntar pra eles se eles tomam cafe da manha e eles falaram que não e eu 'nossa n consigo sair de casa sem comer' ja com um pãozão na mão. não sei como mas a gente foi parar no meio do nada, tinha um povo perseguindo a gente. era um local meio desertico com arvores retorcidas e baixas mas cheias de folhas, tinha varias pedras, e o solo era um areia laranja. a gente pulou uma cerca e correu bastante, ai nos encontramos um rio no meio do nada, ai a gente resolveu pular nele. eu lembro q eu fiquei com medo de pisar na areia do fundo do rio pq eu tava com medo de um caranguejo me beliscar??? e o winwin ficou rindo da minha cara. quem tava perseguindo a gente nos alcançou ai a gente fugiu mais. acho q o sonho terminou quando eles conseguiram alcançar a gente.

30/07

essa noite tive dois sonhos

    • _no primeiro eu tava meio que numa espécie de viagem de onibus com várias pessoas conhecidas e algumas desconhecidas. eu me lembro mais nitidamente que estavam minha mae e irma no onibus, e eu tava sentada do lado do meu primo wolfgang. finalmente eu era eu mesma no meu próprio sonho, agindo exatamente como eu agiria na vida real, eu acho. eu lembro que durante a viagem eu e o wolfgang conversamos bastante e a gente tava num clima muito legal de amigos, mesmo que a gente não tem esse tipo de relacionamento. eu lembro que ele me contou que numa parada e comprou um pastel muito gostoso, enorme e cheio de recheio e recomendou que eu comprasse tbm na volta se a gente passasse pelo mesmo caminho. quando chegamos ao destino, eu nem me lembro bem como era, só sei que estava de noite, e eu me lembro que a parte do banheiro era a parte onde a gente guardava nossas malas tbm, era. a cozinha velha daqui de casa, só que dentro do cômodo mais encostadas na parede do fundo tinham duas cabines com chuveiro tipo um banheiro químico. eu me lembro de entrar la algumas vezes pra tomar banho ou pegar algo, teve uma vez que eu compartilhei a cabine com a minha irmã pra não enrolar na fila. eu me lembro que o interior era meio sujo e bem molhado, não só nas cabines como no chão do cômodo, as mochilas ficavam sujas e molhadas jogadas no chão, mas ngm ligava. em algum momento do meu sonho eu fiz amizade com um garoto, mais uma menos da minha idade, mais alto que eu, com um porte mais forte mas não músculoso, com a pele um pouco escura. eu lembro que achava ele bonito mas nao me lembro do rosto, acho que ele tinha os olhos puxados. eu sabia que ele gostava de mim e eu gostava dele, entao a gente tava num clima meio vergonhoso meio confortável, porem, bom. a gente conversava bastante e ele me seguia pra todo quanto era canto que eu ia, ele me escutava muito e falava pouco mas quando falava me fazia rir e era fofo. a maioria dos nossos diálogos se passavam na cozinha velha mesmo, enquanto a gente tentava arrumar as malas, eu falava muitas das vezes sobre a minha mae e irma ou reclamava de algo sobre o que tava acontecendo, ele era sempre atencioso. o último que eu me lembro foi quando a gente tava preparando pra ir embora. ele tava falando sobre um pastel que ele comprou na vinda que era enorme e muito gostoso, ai eu contei que o meu primo me contou sobre esse pastel. na volta ele foi sentado do meu lado no ônibus. e eu so me lembro disso.

no outro sonho em algumas partes eu era a protagonista e em outras eu nao existia no sonho e tava numa posição de observador só que seguindo os personagens. a primeira cena era uma apresentação. eu me lembro do palco e da plateia, mas eu era o observador. quem estava dançando era uma menina branca de cabelos castanhos, dançando algo parecido com flamenco misturado com tango misturado com sapateado. ela tinha um vestido vermelho típico de flamenco e sapatos de sapateado, o cabelo preso num coque bem chique. ele dançava pelo palco todo, e era muito bom de assistir, horas eu via como se estivesse na parte do fundo do palco, horas como se estivesse na frente, horas como se estivesse nas cortinas, como um jogo de cameras num filme. de alguma forma, era como se aquela garota fosse eu, mesmo que ela nao se parecia comigo, e eu nao estava vivendo na pele dela. o garoto do meu sonho anterior tbm tava la, pronto pra apresentar alguma coisa que eu nao me lembro, nas cortinas, me assistindo. quando tudo terminou mudou a cena e o ponto de vista, eu era eu mesma, cheguei por uma porta na lateral e me sentei num sofá com uma amiga minha. o cenário era enorme. parecia um palácio ou uma igreja bem comprida. nas paredes laterais tinha sofás onde a gente tava sentadas, havia muitas outras pessoas tbm, do meu outro lado havia outra amiga minha, mas eu nao tava conversando muito com ela, tinha um espaço entre a gente, um lugar vago. me lembro de sentir a presença da minha avó mas não vi onde ela tava sentada. no meio do lugar, havia um tapete vermelho que se estendia ate onde eu conseguia ver, haviam tbm flores jogadas no chão, pétalas de flores vermelhas e rosas, misturadas com essas pétalas tinhas poças d’água, mas nao molhavam o tapete num o sofa, o lugar todo parecia como um desfile, so que como se o papa fosse desfilar e não modelos. teve um momento que ecoou um som e da mesma porta que eu entrei entraram vários homens de varios tamanhos mas todos vestidos da mesma forma, eu logo soube que eram todo príncipes e irmãos. e detalhe que eram TODOS feios, simplesmente horrosos, narigudos e brancos. eu sabia instantaneamente, mesmo que até então nada me deu alguma dica sobre isso, que todos eles estavam la para escolher pretendentes, e eu era uma das mais disputadas. um deles quando entrou ne jogou beijinho e eu fiz cara feia, ai ele apontou o dedo na minha cara e eu o mordi, ele sorriu pra mim e eu lembro de ficar com um gosto ruim e salgado na boca, cuspi fora. ainda irritada eu assisti aos princípes feios todos enfileirados lado a lado pelo tapete vermelho no centro da sala. depois de um tempo eu acho que eles foram se sentar e algo começou la na frente, mas eu não conseguia ver então fiquei conversando com a minha amiga. após algum tempinho, o mesmo garoto do sonho anterior e que estava me assistindo das cortinas do palco chegou pela entrada lateral e se sentou entre eu e a outra amiga do meu lado, no lugar vago. nao sei pq mas dessa vez eu sentia como se eu fosse eu mesma, exatamente como eu sou, mas usava um vestido branco bem leve e fino. lembro de sentir o calor de ter ele do meu lado, mas a gente nao conversou e eu, por vergonha, fiquei meio virada pra minha amiga, ignorando a existência dele. em algum momento ele e a minha amiga se levantaram e entraram numa porta que ficava na parede oposta à que a gente estava sentada, um pouco mais pra diagonal, bem em frente à entrada por onde todo mundo entrava. eles entraram. fiquei por alguns milissegundos pensando se eu deveria segui-los e resolvi que sim num pulo, sai correndo e entrei na porta. era um cômodo bem menor do que o outro que estavamos, tbm muito chique como uma igreja, mas sem sofás e tapetes, apenas quadros na parede e no final da sala retangular, uma mesa de escritório e eu sabia que era da família real, mas nao exatamente de quem na família real. nos tres fomos andando sem pressa até o final da sala, mas antes de chegar, minha avó entrou na sala e veio caminhando até mim, com raiva, ela disse que eu deveria tomar mais cuidado pra não mostrar minha calcinha pra todo mundo, pois o meu vestido era muito leve. na hora eu senti uma pitada de vergonha e pensei nas pessoas na outra sala, se elas tivessem visto minha calcinha. mas quando minha avó voltou pra la, eu fingi que não tava com vergonha e apenas dei de ombros, falei alguma coisa sobre tbm mas nao me lembro. os meus amigos me olhavam com cuidado com nao disseram nada. chegando na mesa a gente ficou jogando conversa fora ate que o telefone em cima da mesa toca. nos nao atendemos, mas apesar de ser daqueles telefones antigos que disca os números girando um mini disco no meio, ele entrou na caixa postal. era um homem falando, falando sobre mim, e sobre eu ter acabado de mostrar a calcinha, que eu ha estava na idade de casar e de ser “desfrutada”, que eles iriam mandar o dinheiro do dote e as alianças. novamente eu senti muita vergonha e medo. meus amigos me observavam de novo com cautela, principalmente o garoto. ficamos em silêncio por um momento ate que ele fala, algo sobre eu nao ter que ter medo dessa mensagem e sim a familia real que deveria temer crime de traição, e com isso ele pegou um pedacinho de algo que saia do telefone. parecia um filete de cebola, era molhadinho e cheirava como uma, mas de alguma form a gente sabia que a aquilo compraria tudo naquela mensagem. aquilo me aliviou apesar de que eu ainda fiquei pensando em como isso iria realmente me ajudar. muda a cena e eu estou de volta ao teatro com palco, mas dessa vez estou na plateia, ao lado da minha avó e algm que sinto ser meu pai, estou do ponto de vista do observador e a garota que sou eu é a mesma que estava dançando antes, dessa vez usando o vestido branco leve e solto, com a cintura alta e agr da pra ver que a cor dos seus olhos sao azuis bem claros. sei que o outro garoto esta sentado em algum lugar atras de mim mas nao o procuro. tem alguns homens de terno no palco, parece uma reunião. de repente chamam o meu pai pra subir, parece que estão o acusando de alguma coisa, entao eu me levanto e correndo subo ao palco e mostro o filetinho de cebola que eu acredito provar a inocência do meu pai e culpar a familia real. ai eu nao me lembro mais._

04/08

    • sonhei que estávamos eu e a gisele em um mundo apocalíptico. aconteceram algumas coisas das quais nao me lembro mas toda elas se passaram no mesmo universo, no mesmo cenário. era tipo uma floresta, tava de dia e eu a gi perambulávamos por ela, armadas, nessa floresta haviam várias construções abandonadas, de vez em quando vc conseguia achar uma. a gente ja havia encontrado uma, mas quando vc entrava em uma corria o risco de vc achar mais algm, se protegendo la dentro, e na maioria das vezes as pessoas tbm estavam armadas eram hostis umas com as outras e se matavam e tal, nao era exatamente pela comida (que nao tinha), ou pelo espaço, mas mais por alguma coisa que vc fez, como se vc tivesse cometido um crime antes e se elas te ajudassem ou só te deixassem passar, elas poderiam ser consideradas como cúmplices. eu me lembro que na primeira construção abandonada que a gente entrou, a gente tava mais aflita justamente pq a gente tinha cometido um crime, nao me lembro qual era, e a gente achou algm, saimos correndo de conseguimos despistar a pessoa, era um cara. ai a gente andou mais um pouco e achou outra construção, nessa construção a gente nao tinha cometido o crime (sla como funcionava isso, mas eu tinha aquela sensação de culpa e de medo e em outras vezes uma sensação de alívio). a gente achou uma cama e como a gente tava cansada resolvemos dormir, me lembro da gisele deitada do meu lado de costas pra mim, e eu tava so de calcinha (?? nao sei quando q eu tirei a roupa mas foi pra dormir), ai a gente escutou um barulho que vinha da parede da cabeçeira da cama, a parede era de madeira bem fina e desgastada, acho q dava ver pelas frestas. era uma menina, que a gente conhecia justamente por ser mt forte e boa em estratégia, que ngm ganhava dela. a gente sabia que ela nao ligava pra vc se vc n havia cometido nenhum crime, mas ainda ficamos com medo e tentamos ficar bem quietas, lembro q a gisele se mexia um pouco na cama e eu ficava com medo de fazer barulho. do nada eu decidi me vestir pensando que se algm entrasse e achasse a gente eu ia ta pelada ne ai eu me levantei com o maior cuidado pra me vestir. ai eu acordei, so q parecia q eu ainda tava dormindo no sonho, porem a gisele tava na cama do lado onde ela dorme e eu ainda tava so de calcinha como eu durmo, mesmo tendo vestido a roupa no sonho.

voltei a dormir e tive um sonho parecido mas nao tanto. lembro q eu era o akaashi, e eu estava preso e chorando num tribunal, eu era o réu e nao havia defesa nem juiz, so o juri e a plateia. quem me acusava era o kuroo. ele começou a falar e disse que eu era o culpado de tudo, que eu tinha cometido varias crimes, mas o pior de todos envolvia o bokuto, eu havia me relacionado com o bokuto e tinha dado a luz a uma barata (????kk), eu tava chorando mt e me lembro que praticamente todas as acusações eram falsas, principalmente a da barata mas que eu realmente nao poderia ter me envolvido com o bokuto, ele era algm importante. ai eu tentei falar que era científicamente impossível eu dar a luz e ainda mais a uma barata, mas o kuroo retrucou falando que eu fazia de tudo pra me safar. a plateia venerava ele e gritava pra mim. ai eu me lembro de ver o laurence fishburne na plateia, e ele tava sentado com a família dele, do lado dele tava sentado um bebe no banco, o bebe chorava por causa do barulho e ele tapava levemente os ouvidos da criança. teve um momento que ele tirou as mãos e o bebe começou a chorar mt alto, ai todo mundo parou de gritar e ficou tentando acalmar o bebe, se esqueceram de mim e do kuroo. ai eu acordei e lembro de achar q ainda tava na construção abandonada pq tava escuro.

nov 26 2018 ∞
aug 5 2020 +