|
bookmarks:
|
| main | ongoing | archive | private |
o meu verso dá pulo e cambalhotas quando te vê, porque você é meu único e definitivo poema. daí meus dedos batucarem ritmos escrevendo teu nome, tatuando teu peito, pra marcar em ti minha presença. e depois de acrobata o meu verso vira mágico e eu vou tirar da cartola sete notas musicais. e tem mais! passarinho do dia como canário, passarinho da noite como bacurau e caminharemos pela rua do amparo, sob a lua de são jorge nos protegendo do mal.
(2.1, devaneios)