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Resumos da faculdade de psicologia

❀ indica que se trata de apenas uma parte de livro
☆ indica que se trata de um livro inteiro
♡ indica que se trata de um artigo
☺ indica que se trata de conteúdo audiovisual

Bel follows:
giovanna activities (daily ✩ set19)
notes (semana 16-22)
notes (calendário)
notes (avon)
Maphin to do (Praticar os 512 Itens do Livro "A Vida é Bela" - Dominique Glocheux )
  • Atitude - sentimentos pró ou contra pessoas e coisas com quem entramos em contato. São consequência da personalidade, de determinantes sociais e processos cognitivos (como busca de equilíbrio e de consonância).
  • Atitude social - organização duradoura de crenças e cognições com carga afetiva que predispõe o sujeito a uma determinada ação
  • Em 1918 Thomas e Znaniecki definiram o objeto da psicologia social como sendo o o estudo científico das atitudes
  • Variável interveniente - variáveis que influenciam o resultado final, e que refletem a condição interna do sujeito. Ex: lealdade, motivação
  • Há várias definições de atitude, e todas tendem a caracterizar as atitudes sociais como sendo variáveis intervenientes integradas por três componentes:
    • Componente cognitivo - a pessoa precisa ter algum conhecimento (crença) sobre o assunto. O conhecimento pode ser vago (o que fará com que o afeto seja fraco) ou errôneo (o que não influencia no afeto. Ex: preconceito)
    • Componente afetivo - sentimento pró ou contra pessoas e coisas. Alguns estudiosos consideram este o único componente das atitudes sociais, e a cognição e o comportamento são apenas uma forma de medir o afeto. É possível ter uma opinião ou crença sem ter afeto, o que não é atitude. Os componentes cognitivo e afetivo costumam ser coerentes
    • Componente comportamental - ação promovida pelo afeto e pela cognição. Nem sempre há concordância entre todos os componentes (ex: evangélicos que tem sexo fora do casamento).
  • Teoria da auto apresentação - indivíduo expressa atitudes para que pareçam coerentes com as suas ações
  • Teoria da auto percepção - quando o indivíduo se encontra indeciso sobre o que sente ou pensa, olha para as próprias ações em busca de orientação
  • Teoria da dissonância cognitiva - o indivíduo sente desconforto frente a uma incoerência entre os componentes cognitivo/afetivo e comportamental. A dissonância só pode ser eliminada se as cognições atuais foram mudadas, ou surgiram novas cognições. O indivíduo só buscará eliminar a dissonância cognitiva se ele se sentir suficientemente comprometido com a decisão tomada
    • É importante diferenciar dissonância de conflito. O conflito acontece pré tomada de decisão, quando o sujeito avalia as alternativas de maneira mais objetiva. Após a decisão ter sido feita, o sujeito hiper valoriza os pontos que validam a decisão, e desmerece os que vão de encontro com a mesma
    • A mudança de atitude em decorrência da dissonância é maior quando há pequenas recompensas e a pessoa tem grande possibilidade de escolha
    • A fim de evitar uma dissonância, nós tendemos a evitar conteúdos que possam suscitar o seu aparecimento, a nos expor a conteúdos que confirmem a cognição, e a buscar apoio social para a posição assumida
    • A dissonância pode ocorrer também quando nos deparamos com alguém com status semelhante ao nosso, mas de cognição diferente. Algumas pessoas são especialmente propensas a ter dissonância quando confrontadas com outros de opinião divergente, como as pessoas de personalidade autoritária, por exemplo
  • Teoria de Sivaceke e Crano - a correspondência entre a atitude e comportamento é diretamente proporcional ao interesse que o indivíduo tem pelo assunto
  • Teoria da ação racional - considera apenas o aspecto afetivo. A atitude leva a uma intenção de comportamento, o que leva ao comportamento em si. Esta intenção de comportamento pode ser medida através da soma ponderada de dois fatores: 1. as atitudes do indivíduo em relação ao ato e 2. a percepção do que os outros esperam que ele faça, e a sua motivação em se conformar a esta expectativa (_norma subjetiva_). Mais tarde os desenvolvedores da teoria adicionaram também o fator controle, pois o sujeito precisa se considerar capaz de controlar seu próprio comportamento (ex: fumantes que se sentem reféns do próprio vício)
  • Valores - possuem os mesmos componentes que as atitudes, mas são mais gerais (ex: o valor religião leva o sujeito a ter determinadas atitudes em relação a igreja, Deus, religiosos, etc). Essa característica generalista dos valores já reconhece que uma mesma atitude pode ser guiada por dois valores distintos (ex: uma pessoa dá esmola para ajudar outra vs uma pessoa dá esmola para se sentir superior)
  • Formação de atitudes - pode se dar por reforço negativo/positivo, modelagem, determinados tipos de personalidade (autoritária), etc. A atitude tem várias funções:
    • obtenção de recompensas e evitar castigos
    • proteção da auto estima
    • ordenar e assimilar informações complexas
    • refletir os próprios valores
    • estabelecer a identidade social
  • Formação cognitiva de unidade - temos tendência a agrupar entidades semelhantes. Assim, um autor e sua obra, ou um possuidor e seu objeto possuído, são vistos como uma mesma unidade
  • Teoria do equilíbrio (Heider) - adaptou os princípios da gestalt sobre percepção ás pessoas. A teoria diz que buscamos sempre ter equilíbrio em nossas relações. Assim, se temos um amigo que tem um posicionamento político que discordamos, ou se gostamos de uma obra mas não gostamos de seu autor, nos sentimos desconfortáveis. Em uma situação de desequilíbrio como essas, uma das partes tenderá a mudar seu posicionamento inicial a fim de restaurar a ordem. Além do equilíbrio, buscamos a positividade também. Nós preferimos gostar do que desgostar das pessoas
aug 25 2019 ∞
aug 29 2019 +