Costuma fotografar em p&b, usando das interpretações e da imaginação livre do expectador. Costuma publicar suas obras e ter diálogos, agendando horários de sessões da arte de cordas kinbaku e shibari, novas sessões de ensaios fotográficos e quando livre, aproveita o passar das horas sobre plantas, ervas medicinais, chás de hibisco e boas conversas, às vezes ouvindo o som da chuva.
Sua mente é vasta, sendo impactada pela visão de seus sonhos mais loucos como Alice e o País das Maravilhas, sendo constantemente comparada com a personagem, e se identificando com ela. Gosta de cinematografia asiática, escreve notas para abrir os caminhos dos pensamentos sobre a mente. Com um âmago profundo, é como um rio que sempre está desaguando. Erótica, intensa e íntima. Peculiar e familiar.